quarta-feira, 20 de julho de 2016

Livro Novo: Quadrinhos & Educação, Vol. 3: Fanzines, Espaços e Usos Pedagógicos


APRESENTAÇÃO:
OS QUADRINHOS E SEUS DIVERSOS USOS NA EDUCAÇÃO


Estas últimas décadas têm reservado às histórias em quadrinhos um novo espaço de prestígio social. Seu ethos, através de seus personagens característicos, temas e enredos das publicações de diversos anos anteriores, ganham cada vez mais, o conhecimento do público através da cultura geek (antiga cultura nerd), amplamente representada nos objetos midiáticos de entretenimento como séries televisivas e filmes no cinema.

Esta invasão e apropriação é um exemplo de como as Histórias em Quadrinhos (HQs) (re)despertaram o interesse da população. Foi-se o tempo em que os colantes coloridos e seus temas sci-fi eram sinônimos de exotismo, alienação social ou deseducação.

Não se trata mais de encarar estas publicações como objetos de um mero entretenimento. Suas potencialidades educacionais, sejam elas pedagógicas ou andragógicas, são amplamente divulgadas e despertam o interesse de diversos profissionais, tanto do ponto de vista econômico-financeiro, mas artístico-acadêmico e, por conseguinte, educacional.


Nestas mesmas últimas décadas, você leitor deve ter se deparado com diversas publicações que analisavam, e exaltavam esta relação proximal que as HQs têm com o ambiente pedagógico. E, algo que atesta isso, é ter em mãos este terceiro volume da coletânea Quadrinhos & Educação. Uma iniciativa desenvolvida em 2014 que resultou nos dois primeiros volumes publicados em 2015, e segue, impetuosamente, o labor de transcrever em palavras o esforço de diversos pesquisadores, jovens e experientes, que investigam esta relação proximal das HQs com o ensino e a aprendizagem.

Neste terceiro volume, reunimos os artigos em três blocos temáticos. O primeiro concentrou uma série de artigos que descrevem a relação que as HQs têm com o universo de produção do fanzine – aquelas publicações artesanais que circulam em diversos ambientes, mas, principalmente, os chamados alternativos, sobre temas mais diversos e cuja linguagem das HQs é uma base comum. O geógrafo Clézio dos Santos nos apresenta um relato sobre o uso da técnica de produção de quadrinhos, por vias da publicação de fanzines, no conhecimento de aspectos geográficos da região que ladeia os jovens frequentadores da oficina na região da baixada fluminense. Sua análise, inclusive, atesta que a feitura destas publicações não apenas atende o aspecto da educação não formal sobre o lugar, mas é, ao mesmo tempo, um veículo de construção da identidade social e cultural do grupo. Da mesma forma, o pedagogo Marcio Garcia, segue mostrando como a produção de fanzines vinculados à produção de HQs possibilitou discutir o ensino de química entre adultos. Estes meios permitiram ampliar a capacidade cognitiva dos alunos e sua autonomia, como demostra no relato de sua oficina. Finalizando o bloco, temos o levantamento de como as HQs e os fanzines vêm sendo usados, tanto por inciativa institucional, quanto por publicações independentes, para ensinar temas relacionados à ciência e à saúde no Brasil, produzida pela bióloga e fanzineira Danielle Fortuna em parceira com seus orientadores e médicos Paulo Vasconcellos-Silva e Tania Araújo-Jorge. Onde se expõe as estratégias metodológicas utilizadas para a publicação deste material.

Artigo de Danielle Barros

O segundo bloco avalia os espaços pedagógicos das HQs, tanto aqueles relativos ao espaço interno da unidade escolar (sala de aula), quanto àqueles que, longe da escola, se tornam espaços de recepção dos escolares. Começamos com os relatos de vivências das pesquisadoras: a linguista Daniela Marino e a historiadora Natania Nogueira sobre as gibitecas (bibliotecas especializadas em quadrinhos) como espaços de formação de leitores, descrevendo tanto as ações que ocorrem na gibiteca de Santos (SP), quanto as de Leopoldina (MG). O espaço externo da relação leitor e HQ é apresentado pelo geógrafo Fábio Paiva e pelo historiador Thiago Modenesi ao desenvolver um estudo de recepção sobre como os quadrinhos de super-heróis possibilitam relações de aprendizagem, enfatizando sua influência positiva presente nas falas dos entrevistados. O historiador Thiago Modenesi retorna, desta vez numa parceria com a linguista Rosa Casella com o intuito de avaliar como as HQs infantis podem ser usadas em sala de aula como ferramenta de aprendizagem na educação infantil, defendendo como avaliar o tipo de material para o tipo de aluno é decisivo para promover aulas mais dinâmicas e despertar o prazer no processo de aprendizagem, aspectos necessários em todos os níveis de ensino, principalmente, o infantil. 

O terceiro, e último bloco desta coletânea, concentra suas análises nas potencialidades de uso pedagógico das publicações de histórias em quadrinhos. São relatos e análises que privilegiam obras em específico e enfatizam seus usos educacionais. O design Ranieri Dib faz uma avaliação do álbum “Avenida Paulista” de Luiz Gê, enfatizando sua dimensão historicista na narrativa de formação urbana e arquitetônica de São Paulo, no qual a HQ não é apenas um documento histórico dos fatos ocorridos, mas um documento imagético que orienta o leitor a identificar, visualmente, a relevância dos elementos históricos, haja visto que muitas das sequencias são sem texto e demandam do leitor um acompanhamento visual do processo. 


O ensino de história volta a ser foco no trabalho da bióloga e desenhista Janaína Araújo em parceira com o sociólogo Amaro Braga que diagnosticam os potenciais tanto criativos quanto instrucionais do mangá Hetalia e seu processo pioneiro de personificação antropomórfica de países onde a Segunda Guerra Mundial se torna um conflito social ambientado numa unidade escolar japonesa. Tem meio melhor de explicar as crises de política internacional naquele século que por vias das crises juvenis, facilmente identificadas por leitor contemporâneo?! O que a dupla defende é o uso do mangá como um recurso cativante e facilitador da aprendizagem deste processo, extremamente humorístico, normalmente desconhecido do professor. E é o humor o tema do trabalho seguinte, onde o sociólogo Amaro Braga retorna, desta vez numa parceria com a linguista Denise Margonari, ao analisar como a linguagem do humor que impregna as tiras em quadrinhos cujos temas, personagens e enredos envolvem a população LGBTT - Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros. A dupla faz uma varredura destas publicações e defende que tais materiais são ideais para desenvolver uma educação para a diversidade sexual e de gênero conforme indicação dos PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais.  

E, por fim, finalizando a seção, o historiador Savio Lima, exemplifica uma aula sobre a África, em cumprimento da Lei 10.639 – que prevê o ensino da cultura e história afro-brasileira e africana em sala de aula – com um álbum em quadrinhos especifico: “Tintin no Congo”, uma bande dessinée (como são chamados os quadrinhos franco-belgas na Europa) que recebeu muitas críticas pelo discurso racial do povo africano. Sua análise recai ao professor como um guia de leitura e implementação, enfatizando seus aspectos e pontos importantes de referência numa aula – ações desejadas para a implementação, por parte dos professores, destes materiais.

Artigo de Amaro Braga e Denise Margonari


Obviamente, nossa coletânea não tem o intuito de encerrar quaisquer discussões sobre a relação Quadrinhos e Educação. São muito mais uma contribuição para alimentar o espaço de discussão sobre o tema, assim como, guiar os interessados que visem promover, na prática, estas mesmas dimensões. Como uma boa história em quadrinhos, as aventuras estão apenas começando. Este é apenas o terceiro capítulo de uma série que está muito longe de acabar...
Boa leitura!

Prof. Dr. Amaro Xavier Braga Junior
Prof. Dr. Thiago Vasconcellos Modenesi





Quadrinhos & Educação, Vol. 3Fanzines, Espaços e Usos Pedagógicos
[Coletânea de Artigos]
2016 | 179 páginas | ilustr.|
R$ 30,00
(frete grátis e pode parcelar em até 3x)

        Bloco 1: Quadrinhos, Fanzines e Propostas Pedagógicas

OS FANZINES COMO RECURSO DIDÁTICO NO CONTEXTO UNIVERSITÁRIO DA BAIXADA FLUMINENSE: NARRATIVAS E REPRESENTAÇÕES DOS BAIRROS | 11
Clézio dos Santos

OS SABERES NA FORMAÇÃO DOCENTE: A PRODUÇÃO DE FANZINES NO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA | 27
Marcio Roberto da Silva Garcia

QUADRINHOS E FANZINES NO ENSINO DE CIÊNCIAS
E SAÚDE NO BRASIL: MAPEAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DAS PUBLICAÇÕES E METODOLOGIAS | 39
Danielle Barros Silva Fortuna 
Paulo Roberto Vasconcellos-Silva 
Tania Cremonini de Araújo-Jorge

       Bloco 2: Quadrinhos e seus Espaços Pedagógicos

GIBITECAS COMO ESPAÇOS DE FORMAÇÃO DE LEITOR E EXERCÍCIO DA CIDADANIA | 67
Daniela dos Santos Domingues Marino
Natania Aparecida da Silva Nogueira

EDUCAÇÃO NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DE SUPER-HERÓIS:
A PERCEPÇÃO DOS LEITORES | 79
Fábio da Silva Paiva
Thiago Vasconcellos Modenesi

AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM | 93
Rosa Alicia Nonone Casella
Thiago Vasconcellos Modenesi

Bloco 3: Quadrinhos e seus Usos Potenciais na Sala de Aula

AVENIDA PAULISTA: EDUCAÇÃO EM FORMA DE QUADRINHOS | 109
Ranieri Lima Dib

PERSONIFICAÇÃO DE ESTEREÓTIPOS EM HETALIA:
AXIS POWERS E O ENSINO DE HISTÓRIA GERAL NO BRASIL | 119
Janaina Freitas Silva de Araújo
Amaro Xavier Braga Jr 

O HUMOR DAS TIRAS-EM-QUADRINHOS NA EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE SEXUAL | 143
Amaro Xavier Braga Jr 
Denise Maria Margonari

Tintin no Congo e a Lei 10.639: conflitos e acordos para aplicação em sala de aula | 161
Savio Queiroz Lima

domingo, 17 de julho de 2016

2º Encontro Regional Sobre Histórias em Quadrinhos em João Pessoa

Evento acontece entre os dias 11 e 14 de agosto no Espaço Cultural.

Mais informações: http://agostodasletras.tumblr.com/2016quadrinhos 


QUADRINHOS INTUADOS - 2º ENCONTRO REGIONAL SOBRE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
O mês de agosto será dedicado à leitura na Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc). É quando acontece mais uma edição do projeto ‘Agosto das Letras: Festival de Leitura da Paraíba’, no período de 11 a 14 do referido mês. São oficinas, palestras, feiras, lançamentos de livros, mesas-redondas, contação de histórias paracrianças entre outras atividades de interação com público, escritores e editoras, voltadas aos variados segmentos da área. Integrado ao evento acontece o 2º Encontro Regional Sobre Histórias em Quadrinhos, de 12 a 14 de agosto. Todas as atividades têm entrada gratuita.
A coordenadora do ‘Quadrinhos Intuados’, Thaïs Gualberto, justifica a necessidade de um encontro regional voltado para o segmento. “A união regional tem-se mostrado uma tendência mundial, como forma de fortalecimento num contexto maior. No caso dos quadrinhos brasileiros, pouco se conhece dos quadrinhos realizados no nordeste, mesmo pelos próprios nordestinos”, argumenta.Uma das atrações que completará o encontro será a abertura do 4º Salão Nacional de Humor José Lins do Rego, abrindo a programação do evento na sexta-feira (12 de agosto). 
Em três dias de encontro (sexta, sábado e domingo), serão realizadas oficinas, bate-papos e espaços para venda de quadrinhos de todo o Nordeste, tendo em vista uma troca de informações entre os quadrinistas da região, que apesar de geograficamente próximos, têm pouco contato uns com os outros.

PROGRAMAÇÃO DE QUADRINHOS
Feira de Quadrinhos Independentes: 13 e 14 de agosto, das 14h às 21h
4º Salão Nacional de Humor José Lins do Rego: 12, a 14 de agosto

SEXTA (12/08/2016)
18h30: Abertura da exposição do 4º Salão Nacional de Humor José Lins do Rego
19h00: Conversa com os quadrinistas convidados do evento

SÁBADO (13/08/2016)
08h às 12h: Oficina de narrativa visual com Dharilya
14h às 15h: OuBaPo na Gibiteca
15h às 17h: Bate-papo “Jornalismo e crítica de HQs”, mediado por Alex de Souza com Audaci Junior (PB), Thomaz Rocha (CE), Mariamma Fonseca (BA)
17h às 18h: Quadrinhos e Ação
18h às 20h: Bate-papo “Quadrinhos na Academia”, mediado por Allana Dilene com Henrique Magalhães (PB), Amaro Braga (AL) e Bruno Alves (PE)

DOMINGO (14/08/2016)
08h às 12h: Oficina de roteiro com Pablo Casado (AL)
14h às 15h: OuBaPo na Gibiteca
15h às 17h: Bate-papo “Mangás brasileiros”, mediado por Paloma Diniz com Dharilya Sales (CE), Amaro Braga (AL) e EUDETENIS (RN)
17h às 18h: Quadrinhos e Ação
18h às 20h: Bate-papo “Webcomics e a divulgação do quadrinho nacional”, mediado por Marcelo Soares com Felipe Portugal (MA), AnaLu Medeiros (RN), Caio Oliveira (PI)
Todas as atividades acontecerão nas dependências da Gibiteca Henfil, no submezanino 2 do Espaço Cultural José Lins do Rego.


Oficinas
Ilustração: Megaron Xavier e Raoni Xavier ministram a oficina no dia 11 de agosto. São 15 vagas para alunos a partir dos 12 anos de idade e as inscrições ficam por R$ 20.
Xilogravura para crianças e professores: Nireuda Longobardi ministra oficina utilizando a técnica da isoporgravura no dia 11 de agosto para alunos a partir dos 15 anos de idade. São 30 vagas e a taxa de inscrição é de R$ 20.

Construção de mini livros: Cláudia Gonçalves ministraoficina para alunos a partir dos 12 anos de idade no dia 12 de agosto e há apenas 15 vagas. A taxa de inscrição é de R$ 20.

Narrativa Visual: Dentro do projeto Quadrinhos Intuados, vai ser ministrada por Dharilya no dia 13 de agosto. São 15 vagas para alunos a partir dos 15 anos de idade e a taxa de inscrição é de R$ 20.

Roteiro: Pablo Casado ministra a oficina no dia 14 de agosto para alunos a partir de 14 anos. São 15 vagas e as inscrições ficam por R$ 20.

Criação literária: ministrada por Ademiro Alvez para alunos a partir de 14 anos. São 20 vagas e as inscrições custam R$ 20.

Cordel: Francis Gomes ministra oficina para alunos a partir de 12 anos, com inscrição por R$ 20.
Debates
Jornalismo e crítica de HQs: acontece no dia 13, 15h às 17h, mediado por Alex de Souza e os debatedores são Audaci Junior, Thomaz Rocha e Mariamma Fonseca.
Quadrinhos na Academia: também no dia 13, com Henrique Magalhães, Amaro Braga e Bruno Alves, sendo mediado por Allana Dilene, das 18h às 20h.
Webcomics e a divulgação do quadrinho nacional: no dia 14, das 18h às 20h, Marcelo Soares media o debate com Felipe Portugal, AnaLu Medeiros e Caio Oliveira.
Mangás brasileiros: também no dia 14, das 15h às 17h, com mediação de Paloma Dharilya e os debatedores Sales, Amaro Braga e Eudetenis
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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Novo Artigo: Muito além da adaptação: processos criativos na estética de Fables da DC Comics


Artigo realizado em parceria com a desenhista Janaína Araújo (Design-UFAL) nos trâmites da disciplina "Oficina de Histórias em Quadrinhos", ministrada por mim, anualmente, no curso de Comunicação Social da UFAL. O material foi apresentado nas Jornadas Temáticas de Histórias em Quadrinhos em 2014 na Universidade Federal de São Paulo e no Encontro Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial em 2015 em Leopoldina (MG).

A versão completa do artigo foi agora publicada na Revista do Grupo de Pesquisa em História em Quadrinhos - GPHQ, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba: Imaginário!, n.10. (p.08-39).



RESUMO:
O trabalho parte da analisa da HQ Fábulas (Fables), publicada pela DC Comics, a partir do engendramento lógico da semiótica Peirceana na análise da composição dos desenhos, enquadramentos e concepções visuais das personagens, aliado à noção de intertextualidade. A partir de amostragem intencional se desenvolveu a análise semiótica e sua correlação com o processo de readaptação dos contos em ficções quadrinizadas. Investiga a associação entre os textos originais das fábulas e contos infantis e suas versões quadrinizadas quanto ao seu nível de integridade e variação criativa, inclusive em referência às questões de ordem imagética como os desenhos das cenas, capas e personagens, seus efeitos de cores sobre traçados de preenchimento e composição. Os resultados levam à conclusão que o processo de adaptação usado em Fables perpassa um momento de recriação artística de modo a remeter ao material original sem a preocupação de fidelizá-lo pela reprodução, mas pela verossimilhança arguitivo-simbólica.

Para acessar a versão completa, clique aqui.
Esta revista e os números anteriores (inclusive com outros artigos meus), pode ser acessada no site da editora Marca de Fantasia, clicando aqui.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Chamada para o III Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial

[reproduzido e adaptado do facebook de Danielle Barros]

O III Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial (III FNPAS) acontecerá em Goiânia, na UFG, entre os dias 21 e 23 de outubro de 2016 e terá como tema “A Arte dos Quadrinhos”. 
Para quem é pesquisador/a em quadrinhos é uma excelente oportunidade para enviar resumos para comunicação oral. 
O prazo para envio de resumos é até o dia 07/07!
A programação do III FNPAS incluirá mesas redondas, sessões de apresentações orais, oficinas, performance e lançamento de livros, fanzines e revistas. 

Dentre as oficinas que serão oferecidas no FNPAS, haverá uma Oficina de criação de HQforismos, que tem os objetivos de discutir a produção de HQforismos no Brasil, compartilhar apontamentos teóricos sobre a linguagem das histórias em quadrinhos, HQ autoral, quadrinhos poético-filosóficos, aforismos e HQforismos e o desenvolvimento criativo de HQforismos pelos participantes. Confira a chamada gravada pela autora da oficina:

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07 de julho de 2016 - Encerramento do envio de resumos para
apresentação oral no evento.
18 de julho de 2016 - Divulgação dos resumos aprovados para
apresentação oral, via e-mail.
30 de julho de 2016 - Prazo final para pagamento da taxa de inscrição para quem teve resumo aprovado. Prazo final para os associados da ASPAS pagarem sua anuidade 2016 e garantirem a isenção da inscrição no III FNPAS.
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Detalhes e forma de envio no blogue:https://forumaspasgoiania.wordpress.com/inscricao/